segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Novelas -Cheias de Charme



'Cheias de Charme': graças a Cida, Sarmento sai da prisão


Em cenas de Cheias de Charme que vão ao ar na próxima segunda-feira (10), Cida (Isabelle Drummond) não mede esforços para apoiar Dr. Sarmento (Tato Gabos Mendes) e paga uma advogada para tirar o pai da prisão.
Ele fica em uma felicidade só ao saber que saiu seu habeas corpus: "meu habeas corpus!? Saiu!? Não acredito! Eu tô livre?! Que maravilha! Eu devo isso a você, minha filha!", comemora.
Mas a advogada logo alerta: "o senhor não pode incorrer em nenhum deslize. O juiz decidiu que o senhor não pode se ausentar da cidade, Dr. Sarmento, ou a prisão pode ser decretada de novo", avisa ela.
Depois de passar pelas grades, Sarmento ainda deve enfrentar outro obstáculo: Sônia (Alexandra Richter). Ao chegar em casa, ele precisa lidar com a frieza da mulher: "preferia que você tomasse um banho antes. Vou para o meu quarto. Aliás, passei você para o quarto de hóspedes", alfineta a perua falida.
As informações são do site oficial da novela.

Justiça decide punir com mais rigor quem mata ao volante

Nesta semana, a Justiça decidiu levar a júri popular o motorista de um carro de luxo que, em setembro do ano passado, provocou uma série de acidentes em São Paulo e matou uma pessoa. Segundo a perícia, Felipe Arenzon saía de uma casa noturna embriagado e estava a mais de 120 quilômetros por hora num lugar onde a velocidade máxima é de 60 quilômetros por hora. A decisão de punir com mais rigor quem mata ao volante é uma nova tendência entre os juízes brasileiros, como mostra a reportagem especial de Sônia Bridi e Paulo Zero. 

“A Izabella foi feliz durante os 11 anos de vida dela. Se existiu alguém feliz foi ela”, lembra Argélia Gauto, mãe de Izabella. 


“A gente saía, e tinha aquelas máquinas de tirar fotografia. A última foi essa que eu peguei o cabelo dela e fiz como se fosse o bigode”, mostra Chico Caruso, pai de Izabella.  As imagens feitas por Argélia deveriam ser de uma breve despedida. Izabella, a filha dela com o cartunista Chico Caruso, ia passar o ano novo na praia com a família da amiguinha. Mônica, a motorista, com a babá no banco da frente. Izabella atrás, entre os filhos de Mônica. Eles nunca chegaram ao destino. 

“Eu falei: 'Não é possível, a morte não combina com ela, a morte não combina com ela'. Mas era verdade”, diz Chico. 

O acidente foi bem perto da Praia de Búzios, no litoral do Rio. O policial militar André Luiz Fernandez vinha dirigindo na direção contrária à de Mônica. Foi jogado para fora da estrada por uma camionete que forçou uma ultrapassagem. 

“O ônibus jogou pra lá também, porque não tinha muita pista pra jogar, por causa do poste. E eu vim parar no mato. Fui atrás dele para poder fazer o que eu tinha que fazer, entendeu? Dar voz de prisão”, conta Fernandez. 

Mas era impossível seguir a camionete a mais de 140 quilômetros por hora na estrada cheia de curvas. Ele só ouviu a batida. 

“Como se tivesse botado uma bomba. Foi um barulho seco, seco”, lembra o policial. 


Na camionete o motorista levava a filha pequena no banco da frente, sem cinto de segurança. Ele perdeu o controle na curva e bateu em cheio na Scenic dirigida por Mônica. Ela e Izabella morreram na hora. O motorista da camionete se feriu levemente. A filha dele teve traumatismo craniano, mas sobreviveu. 


“Não me lembro de nada, graças a Deus”. Três meses em coma, e seis anos de vai e vem a hospitais. A babá Rita de Cássia Antônio ficou cega de um olho. Tem um implante no quadril. E ainda precisa de uma cirurgia para corrigir a fratura no pulso. 

“Eu fazia faxina a semana toda. Cada dia numa casa, de subir, descer escada, limpar parede, lavar cozinha, hoje em dia não tenho mais condições de fazer isso”, lamenta a babá. 

Rita passa roupa para fora para complementar a aposentadoria de um salário mínimo por invalidez. 

“Quando minha prima Argélia perguntou: 'O que vai acontecer com ele?'. Eu disse: 'Vai pagar uma cesta básica ou um trabalho comunitário, só isso'”, conta a advogada Jussara Gauto. 

“No momento que eu entendi tudo, fui buscar a Justiça. Porque eu não aceitava. Ninguém ia me dar cesta básica”, relata Argélia. 

A prima advogada foi buscar a pena de prisão para o motorista. “Eu havia dito para a Argélia: 'É uma tese que ainda não foi usada'. Em 2006, isso aí era como um tiro na Lua”, conta a prima. 


Historicamente no Brasil, a morte no trânsito é tratada como homicídio culposo. É quando o acidente é provocado por descuido, imperícia, imprudência, ou o motorista não previu o risco, mesmo dirigindo embriagado ou em alta velocidade. A pena máxima é de quatro anos e pode ser convertida em serviços comunitários. Na maioria dos casos, o condenado escapa da cadeia doando cestas básicas. 

Já no dolo eventual, ou homicídio doloso, a Justiça entende que o motorista assumiu o risco de matar ao andar em alta velocidade, embriagado ou participando de um racha, por exemplo. Nesse caso, o acusado vai para o banco dos réus e é o júri popular que determina se ele é culpado. A pena vai de seis a 20 anos de prisão. E foi essa a interpretação da Justiça no caso da morte de Izabella. 

No mês passado, Juamir Dias Nogueira Junior foi condenado a oito anos de cadeia pelas mortes de Izabella e Mônica. Procurado pelo Fantástico, se recusou a comentar a sentença. 

“No fundo, há uma luta entre o bem e o mal, e o que resultou disso? A aprovação do crime doloso para crime de trânsito”, conta Chico Caruso. 
A luta é também no campo das ideias. Uma corrente jurídica considera que dolo não se aplica a crimes de trânsito. 


“Em geral, os crimes de trânsito são culposos. No dolo, o agente afirma pra si mesmo: 'Aconteça o que acontecer, vou continuar dirigindo em excesso de velocidade'. E na culpa: 'Eu dirijo em excesso de velocidade porque sou um exímio motorista e posso evitar o acidente', explica o jurista Juarez Tavares.

“Se ele participa de um racha, de um pega, se ele dirige o veículo embriagado a meu ver, em tese, ele está assumindo. Ele pode não querer matar ninguém. Até presume-se que não queira, mas ele está assumindo um risco”, avalia o desembargador José Muiños Piñero. 

Essa é a interpretação que está ganhando força. 

A Justiça gaúcha quer botar no banco dos réus, por 17 tentativas de homicídio doloso, o motorista que em uma esquina de Porto Alegre se envolveu em uma disputa com ciclistas que faziam uma manifestação. E produziu cenas de violência que chocaram o país e correram o mundo. 

A Justiça entendeu que ao acelerar pra cima dos ciclistas, o economista Ricardo José Neis assumiu o risco de matar ou machucar. Ele se defende dizendo que estava cercado e ameaçado pelos ciclistas e que, diante disso, teve que fugir. 


Fantástico: O senhor se arrepende de ter acelerado? 
Ricardo José Neis: É a mesma coisa que você perguntar se eu me arrependo de estar vivo, de ter preservado a vida do meu filho. Se eu quisesse eu teria machucado eles realmente, se fosse a minha intenção. 

“Eu acho que nós tivemos muita sorte nisso e ele também. Porque eu não queria estar na consciência desse cara hoje”, diz o técnico de palco Marcos Rodrigues. 

A maioria dos réus que a Justiça manda para o júri popular recorre para ser julgado por culpa, não por dolo. Os processos se arrastam durante anos. 

A nova tendência da Justiça, de mandar para a cadeia quem mata no trânsito, é uma reação a números assustadores. Só em 2010, quase 43 mil pessoas foram mortas nas ruas e estradas do Brasil. Se continuar nesse ritmo, até 2015, vai ter mais gente morta por carros, ônibus, motos, e caminhões no país, do que a tiros, facadas, pancadas, ou seja, todas as outras formas de homicídio. 

“O Brasil tem uma guerra nacional decorrente de acidentes de trânsito. Isso tem que ser de certa forma tolhido, diminuído ou erradicado”, observa o ministro do Superior Tribunal de Justiça Gilson Dipp. 

O ministro Gilson Dipp foi o presidente da comissão de juristas que elaborou a proposta do novo Código Penal, que está sendo analisada no Senado. 

Para facilitar a punição no trânsito, foi criado um novo tipo de culpa, a gravíssima ou temerária. 
É para quando não for comprovado que o agente quis matar, nem assumiu o risco, mas agiu com temeridade. A pena passa para quatro a oito anos de prisão. 

A proposta de lei enquadra como culpa gravíssima dirigir embriagado ou participar de racha. O racha seria punido com dois a quatro anos de prisão. E embriaguez, de um a três anos. 
Assim, quem mata no trânsito poderia pegar penas maiores, e ir para a cadeia, sem passar pelo júri popular - o que ainda encontra resistência entre muitos juízes. 


No Rio, o juiz mudou o processo contra Rafael Bussamra, que atropelou e matou Rafael Mascarenhas, o filho da atriz Cissa Guimarães. Em vez de júri popular, ele vai responder por homicídio culposo. 

Segundo testemunhas, Bussamra e o amigo Gabriel de Souza Ribeiro entraram num túnel fechado para obras para fazer um racha. Rafael andava de skate com amigos na boca do túnel e foi arremessado a 60 metros de distância. 

O juiz alegou que o atropelador não agiu com indiferença, porque ligou para a polícia e a ambulância. 

“ Os pais, o pai e o irmão foram lá para corromper essa polícia que eles chamaram para ajudar?”, afirma Cissa Guimarães, mãe de Rafael. 

Pouco depois do acidente, Rafael Bussamra, o irmão e o pai foram flagrados por câmeras de segurança corrompendo policiais militares para esconder as provas do crime. 

Os policiais já foram condenados a cinco anos de prisão, em regime semi-aberto, por corrupção passiva. Mais do que a pena máxima a que Bussamra está sujeito por homicídio culposo. 

Rafael Bussamra, o pai, o irmão, e o advogado deles não quiseram falar ao Fantástico. 

Cissa recorreu: “Eu vou até o final, pela memória do meu filho. Mas acima de tudo para acabar com essa impunidade que me dá enjoo. Que me dói”. 

Há 12 anos, o advogado Luiz Felizardo Barroso tenta mandar para a cadeia os homens que ele considera responsáveis pela morte do filho. 

“Toda justiça que tarda é a negação da própria justiça. E a nossa, no Brasil, infelizmente, tarda muito”, diz Barroso. 

No escritório, o neto, que tinha oito anos quando ficou órfão, ocupa a mesa do pai, Ricardo de Camargo Barroso. 

Amanhecia na véspera de Natal no ano 2000. Ricardo ia surfar. À sua frente, em outro carro, um amigo surfista, que nunca esqueceu daquela manhã. 

Tinha um carro tombado no meio da pista. Ele e Ricardo deixaram os carros no acostamento, com o pisca alerta ligado. Ricardo tentava tirar o motorista preso nas ferragens. 

“Nisso, o Peugeot começou a pegar fogo. Quando eu estou abaixado pegando o extintor de incêndio, eu escuto um barulho de freada forte e uma batida. Tinha um carro que tinha batido, com a frente toda levantada. E 'cadê o Ricardo? Cadê o Ricardo?', aquela confusão, poeirada danada”. 

Ricardo, outro voluntário que ajudava no socorro do primeiro acidente e a vítima, que até então estava apenas ferida, morreram na hora. 

Na denúncia à Justiça, o Ministério Público diz que o carro que matou Ricardo e mais duas pessoas corria a mais de 110 quilômetros por hora, dentro da cidade, e participava de um pega. 

Os dois acusados - André Garcia Neumayer, que dirigia o carro que bateu, e Juliano Bataglia Ferreira, que participava do pega - foram mandados a júri popular, mas recorreram até o Superior Tribunal de Justiça, que confirmou a decisão. 

O advogado dos acusados ainda vai pedir embargo no Supremo Tribunal Federal. 

“Não houve pega, em primeiro lugar. E segundo, nós vamos ter que considerar que esses garotos são suicidas, eles assumiram o risco de ceifar suas próprias vidas a partir do momento que eles batem no outro carro”, defende o advogado. 

Se conseguirem impedir o júri popular, os dois acusados não serão julgados por nada. Depois de 12 anos nos corredores da Justiça, a acusação por homicídio culposo já está prescrita. 

Araçatuba, interior de São Paulo. Dois casos, duas decisões distintas. O carro em alta velocidade, fazendo pega, avança o sinal, provoca o acidente e deixa com sequelas um universitário brilhante. 

O motorista, filho de um fazendeiro, é indiciado por homicídio doloso, foge, e é capturado numa fazenda no Mato Grosso. 

Mas a sensação de que a Justiça de Araçatuba seria mais rigorosa com os crimes do trânsito durou pouco. Menos de três meses depois, o promotor encarregado da acusação se envolveu em um acidente numa rodovia que dá acesso à cidade. Provocou a morte de três pessoas. Mas ele não vai a júri popular. Alessandro, Alessandra e o filho dela, Adriel, de sete anos, morreram na hora. Na camionete do promotor foram encontradas bebidas. Na delegacia, um médico atestou a embriaguez, mas ele se negou a colher material para exame. 

“Se fosse eu, estaria preso. Como ele é promotor e tem dinheiro,está lá”, lamenta Alberto dos Santos, pai de Alessandro. 

O Ministério Público transferiu o promotor Wagner Rossi para São Paulo e o denunciou por homicídio culposo. Cinco anos depois do acidente, o foro especial do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o promotor a quatro anos de prisão, convertidos em serviços comunitários, suspensão da carteira de motorista por quatro anos e indenização de R$ 15 mil às famílias das vítimas. O advogado dele vai recorrer. 

Fantástico: O senhor considera que essa pena foi dura? 
Advogado: Claro que foi. Foi duríssima, foi duríssima. A palavra acidente existe porque acidentes acontecem. 

Ao distinguir entre um acidente inevitável, e o comportamento arriscado e violento que mata no trânsito - a Justiça brasileira não só vai punir, mas prevenir tragédias. 

“A vida da minha filha não tem preço. A gente não quer isso. A gente quer um mundo melhor, onde as pessoas possam sair se divertir, passear, brincar, e voltar pra casa”, pede Argélia.

Ângela Bismarchi curte fim de semana em Búzios


Ângela Bismarchi passou o fim de semana em Búzios, Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro. A loira publicou uma foto do momento de lazer na piscina.
Na imagem ela aparece de biquíni com seu cachorrinho de estimação no colo. A foto foi postada neste domingo (9), no Twitter. Na legenda ela escreveu: “Ontem em Búzios com meu 'cowboy'.”
A ex-participante da quinta edição da Fazenda segue com sua carreira de cantora country. No Twitter ela também divulgou uma imagem de uma de suas apresentações e convida os seguidores para contratarem seu show. “Divulguem meu show em sua cidade. Vou adorar conhecer vcs”.


SINE EM CABO FRIO OFERECE VAGAS

SINE oferece 334 vagas esta semana

O Sistema Nacional de Emprego - SINE, agência Cabo Frio, anuncia esta semana (03 a 07 de setembro de 2012) cerca de 334 vagas de emprego para a Região dos Lagos divididas em diversas áreas.

Grande parte das vagas está destinada para a área comercial, sendo: vendedor no comércio varejista (20); representante comercial (10); promotor de vendas (10); e operador de caixa (05). Outras ofertas em destaque são Mecânico (40); Mecânico Montador (20); Eletricista de Instalação de Veículos Automotores (20); Empregada Doméstica (31); Babá (20); Garçom (16), entre outras tantas oportunidades.

Os interessados nas vagas podem acessar o portal do Ministério do Trabalho através do endereço eletrônico: http://maisemprego.mte.gov.br. No site, o candidato faz um cadastro para poder consultar as vagas. O mesmo cadastro pode ser feito pelos empresários interessados em ofertar vagas. O procedimento também pode ser feito diretamente na sede do SINE Cabo Frio que funciona à Avenida Teixeira e Souza, n°1870, centro de Cabo Frio (próximo à delegacia). Horário de Atendimento: 8h30 às 16h30. Telefone: (22) 2647-2553.

Alair Corrêa - PR - Cabo Frio


Com muita animação, a Pedalada pela Dignidade do candidato a prefeito de Cabo Frio Alair Corrêa (11) percorreu quilômetros pelas ruas de Cabo Frio na última sexta-feira, dia sete de setembro. Saindo da orla da Praia do Forte, uma multidão acompanhou o candidato passando pela avenida do Contorno e centro de Cabo Frio até o bairro Caiçara. 
“Alair é 11, Dr. Paulo César é 11, Silas Bento é 11, Claudio Mansur é 11 e Alfredo Gonçalves é 11. Só vamos descansar depois das eleições, com Alair Corrêa eleito prefeito de Cabo Frio”, ressaltou em discurso o deputado federal Dr. Paulo César ao final do evento na praça do Caiçara.  
 

Mirinho Braga é o favoritos nas eleições de Búzios


Participação popular é grande em torno de Mirinho Braga

foto: Ronald Pantoja
A campanha de Mirinho Braga nesse fim de semana foi marcada por forte  participação popular em torno das caminhadas e comícios.  A caminhada com Mirinho Braga no bairro de Cem Braças aconteceu no sábado pela manhã e arrastou uma verdadeira multidão indo ao lado de Mirinho Braga de casa em casa conversando com os moradores do bairro.  A noite, ás 19:00hs, o comício de Mirinho Braga no bairro da Vila Verde reuniu mais de 6.000 pessoas para ouvir os candidatos a vereadores , o Vice Prefeito Alexandre Martins e Mirinho Braga. 
Desde o primeiro comício, tradicionalmente iniciado no bairro de José Gonçalves, as manifestações da campanha de Mirinho Braga tem se tornado uma grande manifestação democrática.  A mais recente pesquisa do Ibope, realizada em Agosto, apontou 35% das intenções de votos para Mirinho Braga, assim liderando a disputa contra os outros quatro candidatos.
Mirinho Braga sendo eleito administrará a cidade de Armação dos Búzios pela quarta vez.  Assumiu a cidade recém emancipada em 1997 e reeleito em 2000.  Após um hiato de quatro anos do governo anterior,  Mirinho foi eleito novamente prefeito de Búzios em  2009, encontrando a cidade com muitos problemas econômicos e administrativos.
Ao assumir em 2009 a Prefeitura de Armação dos Búzios estava com água; luz, internet e telefone cortado por falta de pagamento, entre outras dividas que precisaram ser quitadas, e todo o orçamento da cidade reorganizado. Ainda assim foram executadas muitas obras e ações como a construção e ampliação de creches nos bairros; a construção de duas escolas modelo que serão o padrão de todas as escolas daqui em diante, a construção da Praça do Skate em Geribá , a criação do Centro Municipal de Educação Integral, CEMEI, na Rasa e a drenagem e pavimentação de diversas ruas e bairros.  Mirinho por suas realizações em favor do empreendedorismo ganhou o segundo lugar do Premio Prefeito Empreendedor SEBRAE e ainda mais outros dois prêmios no mesmo dia. 

DUDU AZEVEDO EM PRAIA DE BÚZIOS





O namoro de Dudu Azevedo e a advogada Rafaela Vidal continua firme, forte e quente. O casal passou o feriado juntinho em Búzios e trocou carícias na tranquila Praia da Ferradurinha. De férias da televisão, Dudu ainda aproveitou o belo dia para correr na praia e manter a bela forma. Na companhia de amigos, eles passearam de barco e Dudu até ensinou o filho de um amigo a andar de standa-up.




























INAUGURAÇÃO


Prefeitura de Búzios inaugura mais uma praça de esportes e lazer
Praça Emília Francisca de Jesus é a primeira do município com quadra de grama sintética
 A prefeitura de Búzios inaugura hoje, às 17h30, a Praça Emília Francisca de Jesus. Situada em frente à entrada da Vila Caranga, esta nova praça de esportes e lazer é a primeira do município com quadra de grama sintética.
Ocupando uma área de 3.678 metros quadrados, a nova praça atende uma antiga reivindicação da comunidade, e representa mais uma opção de lazer principalmente para moradores de Vila Caranga, Portal da Ferradura, Tartaruga e Centro.
Participe deste importante momento de sua cidade. Inauguração da Praça Emília Francisca de Jesus, hoje às 17h30.

Vamos às notícias dos principais jornais do País.


Jornal O Globo (RJ)


Celulares na berlinda

Anatel recebeu 843 mil queixas contra operadoras de telefonia móvel em 2011

BRASÍLIA - A punição recente aplicada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) às operadoras de telefonia celular não resolveu um problema que deixa os consumidores reféns das empresas. A agência não fornece aos usuários informações claras e objetivas sobre o desempenho das operadoras. A pedido do GLOBO, a Anatel levantou o número de reclamações recebidas em seu call center no ano passado. Foram 843.090 contra as empresas de telefonia móvel, sendo a maior parte sobre cobranças indevidas, motivo que respondeu por 42% das ligações sobre celular para a central.

Ainda assim, no Índice de Desempenho no Atendimento (IDA), publicado mensalmente pela Anatel, que considera se as prestadoras atenderam às reclamações dos clientes, nenhuma empresa recebeu nota “vermelha”, ou seja abaixo de 50, em escala de zero a 100. Pelo levantamento, a TIM tem o maior número de reclamações: 262.046, ou 31% das queixas, seguida da Claro, com 239.814, ou 28,4% do total. Em todas, a cobrança é o principal problema.
Na avaliação de especialistas, as medidas anunciadas pela Anatel não vão pôr fim ao martírio dos consumidores, pois o problema continua sendo a falta de informações. No Procon do Rio, foram 7.640 reclamações nos oito primeiros meses, ante 5.200 entre janeiro e agosto do ano passado, uma alta de 47%. No Procon de São Paulo, a quantidade de queixas sobre telefonia celular aumentou 30% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2011, passando de 9,4 mil para 12,2 mil.
O presidente da Anatel, João Rezende, afirma que o órgão sabe quem são as melhores e as piores empresas. Mas reconhece que existe um problema de divulgação. Para Rezende, é preciso um aprimoramento dos indicadores, dos sistemas e dos relatórios, para que fique tudo à disposição na página da agência na internet.
Waldery Santos, encarregado da equipe de frios de uma rede de supermercado, disse que só avaliava se o valor do plano era vantajoso, mas que passará a pesquisar dados sobre as companhias antes de escolher um pacote. Pelo contrato com a Vivo, deveria pagar R$ 0,05 por minuto em ligações para números da mesma operadora. Durante alguns meses, o acordo foi cumprido, mas nas últimas duas contas o valor chegou a ser de R$ 3,80 por minuto. Apenas quando foi ao Procon a Vivo reconheceu o erro e prometeu estornar a diferença:
— Eu me senti lesado. Liguei várias vezes, cheguei a ficar uma hora na linha, e ninguém resolveu meu problema. Vou ficar mais atento.
Com um pacote da TIM para ligações e acesso à internet, o engenheiro eletricista Rogério Coelho da Silva reclamou da qualidade dos serviços. Ele escolheu o plano por causa das vantagens, como chamadas mais baratas para outros estados, mas enfrenta queda nas ligações:
— Quando ligo para a operadora, dizem que estão fazendo investimentos. Mas ainda não observei melhora no serviço.
Empresa alega ‘dificuldade de entendimento’
Eduardo Levy, presidente do SindiTelebrasil, associação que reúne as empresas de telefonia, acredita que o consumidor tem conhecimento para fazer suas opções de serviços e preços:
— A transparência para quem está oferecendo um serviço para o consumidor é regra de ouro. É ela que gera a credibilidade.
Mas Levy acredita que o consumidor sabe que produto está comprando e o preço do serviço. Ele é contra a ideia de que empresas igualem ofertas ou planos de serviços, como defendem alguns parlamentares. Para Levy, isto retiraria opções dos usuários, porque a qualidade cairia e os preços subiriam.
— Dizer que o consumidor é refém é muito forte, o cliente tem muito mais acesso às informações. Todo mundo consegue ter um chip. Os consumidores não dependem mais dos dados oficiais para fazer as suas escolhas — disse o diretor-executivo de marketing da Telefonica/Vivo, Daniel Cardoso.
A TIM informou que as reclamações sobre faturas muitas vezes acontecem por “dificuldades no entendimento da conta por parte do cliente” e que reduziu em 38% as reclamações de cobrança em janeiro de 2012, contra o mesmo período de 2011.
A Vivo informou que o Ministério da Justiça divulgou que a empresa reduziu em 7,2% o número de reclamações em janeiro frente a 2011.
A Claro, por meio de nota, disse que está investindo este ano R$ 3,5 bilhões em redes e mais R$ 2,8 bilhões até 2014 em centrais de atendimento. A Oi informou, por meio de nota, que seus clientes contam com o “portal de relacionamento Minha Oi”, onde podem acompanhar os planos contratados.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/celulares-na-berlinda-6041622#ixzz264YpfLCf 


Jornal do Brasil (RJ)


Dilma: governo quer garantir qualidade da internet banda larga no país 

A presidente Dilma Rousseff disse hoje (10) que o governo pretende garantir a qualidade da internet banda larga no país. Ao comentar medidas anunciadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre o assunto, a presidente destacou que o país registra atualmente 78milhões de conexões banda larga, sendo 59 milhões de internet portátil.
No programa semanal Café coma a Presidenta, Dilma lembrou que um decreto publicado em outubro do ano passado determinava que a Anatel definisse critérios para avaliar e monitorar os serviços de internet prestados no Brasil.
“Muitos consumidores estavam reclamando da velocidade e da estabilidade das conexões. Reclamavam que pagavam e não recebiam pelo serviço pago. Em muitos casos, os consumidores recebiam apenas 10% da velocidade da internet que eles tinham contratado com as empresas prestadoras desse serviço”, ressaltou.
Durante o programa, a presidente reforçou que, a partir de outubro, as operadoras com mais de 50 mil usuários deverão entregar, em média, por mês, uma velocidade mínima de conexão de 60% da anunciada. “Estamos trabalhando para ampliar cada vez mais o acesso das famílias a uma boa conexão de internet”, disse a presidente. “Fiscalizar significa garantir ao consumidor a necessária proteção contra serviços de má qualidade, garantir o rigoroso cumprimento do que foi por ele contratado e pago. Só assim o consumidor terá os seus direitos respeitados”.
Pouco mais de uma semana do início do cadastramento de usuários para testar a qualidade da banda larga fixa no país, aproximadamente 32 mil pessoas se inscreveram para participar da medição, que será feita por uma entidade aferidora selecionada pela Anatel.
Os dados coletados serão divulgados mensalmente pela Anatel e servirão para que o órgão avalie se as empresas estão cumprindo as metas de qualidade estabelecidas. No caso de descumprimento, a agência poderá estabelecer prazos para que o problema seja resolvido, aplicar multas ou até determinar a proibição de vendas.
Jornal Folha de São Paulo (SP)
França corta previsão do PIB e anuncia mais imposto
O presidente da França, François Hollande, revisou para baixo a estimativa de crescimento do país no ano que vem, de 1,2% para 0,8%, e anunciou que, dos € 30 bilhões do novo pacote fiscal anticrise, € 20 bilhões virão de maiores impostos e € 10 bilhões em corte de gastos. Em entrevista na TV, ele informou que metade do aumento de impostos recairá sobre as empresas e o restante, sobre os domicílios.

Jornal Estadão (SP)

Nova droga para câncer de próstata poderá ser tomada a cada 6 meses

Injeção subcutânea deverá chegar em março, se aprovada pela Anvisa; terapia faz parte do grupo de remédios que suprimem o hormônio masculino que ‘alimenta’ tumor



Intervenção. Paciente com tumor de próstata é tratado com radiação nos Estados Unidos - Kirk Condyles/NYT-16/10/2008
Uma nova droga que deve chegar ao País a partir de março permitirá que o paciente com câncer de próstata avançado - que já não pode ser tratado com cirurgia - receba a medicação a cada seis meses. Urologistas dizem que a periodicidade favorece a adesão ao tratamento e traz mais conforto ao paciente. A novidade foi discutida na semana passada em São Paulo, no 12.º Congresso Paulista de Urologia.
O acetato de leuprorrelina, que tem o nome comercial de Eligard, faz parte do grupo de medicamentos usados na hormonioterapia. Para pacientes que são diagnosticados em estágio mais avançado, com metástase, a supressão do hormônio masculino é a primeira alternativa terapêutica, na medida em que é esse hormônio que "alimenta" o tumor. Caso a terapia hormonal falhe em suas várias formulações, recorre-se à quimioterapia, definida como segunda linha de tratamento. A cirurgia de retirada da próstata só é indicada em casos diagnosticados precocemente.
Para o especialista americano David Crawford, que participou do congresso, o desenvolvimento da hormonioterapia vai fazer com que, no futuro, o câncer de próstata avançado seja tratado como uma doença crônica. "Temos esperança de transformar o câncer de próstata avançado em uma doença controlável. Talvez não curável, mas também não se cura diabete ou hipertensão, apenas se trata", diz o urologista, chefe da seção de Uro-Oncologia da Universidade do Colorado.
Sobre a medicação semestral, ele conta que tem experiência com pacientes que utilizam a estratégia nos EUA e observa que ela diminui o risco de falhas na adesão. "Se você opta por esse medicamento, é apenas uma injeção a cada seis meses. O médico continua vendo o paciente, só que o tempo do consultório não é atrelado à injeção, mas ao atendimento clínico."
De acordo com o urologista Rodolfo Borges dos Reis, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia - Seccional São Paulo (SBU-SP), para os pacientes que estão em boa condição de saúde, quanto menos se lembrarem da doença, melhor. "Quando a medicação é só a cada seis meses, o paciente vai se lembrar menos da doença. Do ponto de vista psicológico, não ter de tomar remédio todos os dias é melhor."
O medicamento, que deve ser aplicado em uma injeção subcutânea, está em fase de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No Brasil, por enquanto, só estão disponíveis doses mensais e trimestrais. A estimativa é que cada dose semestral custe cerca de R$ 3 mil.
Outro avanço são as drogas de hormonioterapia que bloqueiam a produção de testosterona por vários caminhos. Crawford diz que 95% da testosterona vêm do testículo. "Mas quando você bloqueia esse caminho, a testosterona fica esperta e descobre outra maneira de sair. As glândulas adrenais começam a produzi-la, por exemplo. É um mecanismo de defesa." As drogas mais modernas são capazes de driblar esse mecanismo.
Prevenção. Apesar dos avanços na pesquisa, a prevenção ainda se apresenta como um problema no Brasil. A questão também foi abordada no congresso por Reis. De acordo com ele, o mais grave é que os brasileiros ainda estão sendo diagnosticados tardiamente. O urologista cita que nos EUA 80% dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata estão em estágio inicial, mas no Brasil menos de 50% dos diagnosticados no sistema público têm esse benefício.
Levantamento coordenado por Reis em um hospital público de Ribeirão Preto ligado à USP mostrou que 52% dos casos foram diagnosticados já no estágio classificado como "localmente avançado". "Ainda tem muita coisa a ser feita. O Brasil não tem curvas de primeiro mundo em relação ao câncer. Os doentes ainda estão demorando para chegar ao sistema público. Na prática do consultório, isso é um pouco diferente e os pacientes são detectados mais cedo", diz Reis.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), está previsto para este ano o surgimento de 60.180 novos casos de câncer de próstata. A taxa de incidência é de 62,5 casos a cada 100 mil homens. Para Reis, falta aos homens uma educação continuada que mostre a importância de consultar frequentemente urologistas, assim como a mulher já está condicionada a se consultar com ginecologistas.
Jornal Zero Hora (RS)

Indústria dá sinais de recuperação e volta a contratar

Após um início de ano pouco promissor, as indústrias gaúchas inverteram a fraca perspectiva ao melhorarem os negócios em julho. Embalados por incentivos concedidos pelo governo federal, câmbio favorável à exportação e juro em queda, segmentos como metalmecânico e moveleiro devem retomar as vendas e o emprego ainda em 2012.
Ao lado das fábricas de produtos químicos, fabricantes de móveis e fornecedores de peças para a montagem de automóveis e máquinas agrícolas, por exemplo, levaram a indústria a alcançar, em julho, o primeiro desempenho positivo após três meses de queda, segundo a Federação das Indústrias do Estado (Fiergs). Para o presidente da entidade, Heitor José Müller, é cedo para falar em retomada, mas os números são um alívio:
— A indústria sai do fundo do poço e começa a retomar a subida.
De junho para julho, variáveis que medem a perspectiva de negócios para os meses seguintes foram positivos: o uso da capacidade subiu, assim como a compra de matérias-primas e maquinários para a produção. Alguns setores dão sinais de que tempos melhores podem estar chegando: a venda recorde de automóveis no Brasil em agosto e o fechamento de R$ 2 bilhões em contratos para compra de máquinas agrícolas na Expointer indicam que a cadeia de fornecedores têm conseguido fechar bons negócios.
— Havia uma demanda reprimida desde o início do ano que agora parece estar voltando ao normal — explica Gilberto Petry, presidente do Sinmetal/RS, entidade que representa a indústria metalmecânica.
Além dos benefícios fiscais concedidos pelo governo federal para tentar reaquecer a economia, as indústrias começam a se beneficiar agora da redução do juro básico, hoje em 7,5% ao ano, e do dólar na casa dos R$ 2, explica André Scherer, diretor técnico da Fundação de Economia e Estatística. O economista ressalta, no entanto, que a crise internacional ainda coloca em dúvida uma reação mais duradoura:
— O governo tem dado estímulos e a indústria vem reagindo, mas um ciclo mais longo depende dos rumos da economia internacional, da capacidade interna de consumo e do ritmo de investimentos da indústria.
A perspectiva de uma aceleração nas vendas da indústria estimula parte dos setores a investirem e contratarem mais. Juntos, os fabricantes de máquinas agrícolas, móveis, alimentos e softwares e equipamentos de informática poderão contratar mais de 4 mil pessoas no Rio Grande do Sul até o final do ano.
— A prorrogação da isenção do IPI poderá levar a indústria a contratar neste segundo semestre, principal período para as vendas — afirma o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado (Movergs), Ivo Cansan.
Outros segmentos estão com vagas abertas, mas enfrentam dificuldades para preenchê-las, como o coureiro-calçadista. Parte das empresas desse setor, no entanto, deve segurar seus processos de seleção até que tenha uma visão mais clara do rumo do mercado.
Conforme o Dieese, a indústria empregou em julho 4 mil pessoas na Região Metropolitana de Porto Alegre, quase metade das 9 mil nos últimos 12 meses.
— Embora não haja certeza de novas contratações na indústria, em geral, a expectativa é de que, com a melhoria do setor, pelo menos não ocorram demissões — afirma Ana Paula Sperotto, coordenadora da Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese.

Sinal verde
Implementos agrícolas: as vendas durante a Expointer indicam um rumo crescente nos negócios. Diante de boas perspectivas da safra e redução de juros para compra de máquinas, a indústria deve investir e contratar 3 mil pessoas.
Moveleiro: a prorrogação do corte do IPI até dezembro deve impulsionar as vendas no final de ano, principal período para o setor. Até agora, não houve contratações pela indústria, mas 450 postos poderão ser abertos nos próximos meses.
Alimentos: o crescimento do emprego e o avanço da renda mantêm as vendas em alta. Com a inflação dos preços de alimentos, parte dos consumidores têm antecipado as compras, o que reverte em mais vendas. O setor já começa a contratar para o final do ano.
Tecnologia e informática: com o aquecimento da economia, o varejo volta a investir em softwares e hardwares. Encomendas represadas foram retomadas, inclusive pela indústria. Gradativamente, o setor volta a contratar.
Sinal amarelo
Automotivo: a prorrogação do corte de IPI até outubro renova a expectativa de retomada. Fornecedores da GM em Gravataí ou de montadoras em outros Estados não prometem contratar, mas também não devem demitir.
Couro: a produção de novas coleções melhorou a atividade nos últimos meses, mas o setor mantém cautela em relação aos próximos meses. A perspectiva é de estabilidade no emprego, mas podem ocorrer contratações conforme o ritmo do consumo.
Equipamentos industriais: embora parte das indústrias esteja ampliando a produção, o investimento em máquinas e equipamentos deve ser modesto, pois havia capacidade ociosa. A tendência é de estabilidade no emprego.
Calçados: os calçadistas reclamam de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) elevado e da concorrência dos asiáticos. Houve melhora nas vendas em julho, mas o setor analisa que foi pontual. Há cerca de mil vagas em aberto, mas sindicatos patronais não garantem que serão preenchidas.

Correio Braziliense (DF)
Mortes no Caje aumentam clima de tensão dentro e fora da unidade
A morte de três infratores num espaço de 20 dias dentro do antigo Centro de Atendimento Juvenil Especializado (Caje), e sob a guarda do Estado, criou um clima de terror para os familiares dos internos. Eles temem que se repita uma velha rotina, que acontecia nos presídios de adultos — a chamada ciranda da morte — nas décadas passadas. Segundo a polícia, os jovens planejam matar um deles por semana para pressionar as autoridades, principalmente o Judiciário e o Ministério Público, a aplicarem penas mais brandas a quem for surpreendido infringindo a lei.Ontem, dia de visitas na Unidade de Internação do Plano Piloto (UIPP), ou Caje, — realizadas em colchões espalhados pelo pátio da instituição —, os parentes manifestaram medo com a expectativa de novas tragédias esta semana. “Achei que meu filho pagaria pelo que fez e sairia de lá recuperado, mas quem deveria resguardá-lo não cuidou direito”, disse o vigilante Ronaldo Rodrigues, 35 anos, pai Ronald Ferreira de Barros, 15, enforcado no sábado, dia de seu aniversário. O desabafo foi feito após o sepultamento do garoto, no Cemitério do Gama. A secretária da Criança, Rejane Pitanga, garante que o lugar será desativado até o fim do ano. 



domingo, 9 de setembro de 2012

Serra tem participação deprimente em debate


Renato Rovai:

O debate realizado na noite de ontem pela RedeTV e pelo jornal Folha de S.Paulo teve uma audiência pífia, marcou apenas 3 pontos no Ibope. A emissora ficou apenas em quarto lugar, com menos de um terço da audiência do terceiro lugar, o SBT (10 pontos). Ou seja, poucas pessoas o assistiram e dificilmente ele vai impactar nos futuros resultados das pesquisas eleitorais.
Por Renato Rovai*
Porém, do ponto de vista psicológico eleitoral, ele teve um grande significado. O candidato do PSDB, José Serra, se comportou e foi tratado como um “nanicão”. O que é o “nanicão”.
Leia também:
Campanha de Russomano é comandada por pastores da Universal
Aprovação das gestões Serra cai; Marta e Lula mantêm índices
Gestão Kassab é ruim ou péssima para 48% dos paulistanos
 O “nanicão” é um candidato um pouco maior que o candidato nanico. Quais são os candidatos nanicos? Levy Fidélix e Eymael são dois exemplos. Sempre disputam todas as eleições e sabem que suas chances são inexistentes. Porém, cumprem um papel de coadjuvantes no processo eleitoral e mantêm a legenda partidária, que lhes garantem tempo de TV para acordos políticos em diversas cidades brasileiras.
No caso de Serra, seu papel não é esse e por isso ele não pode ser chamado só de nanico. Entretanto, durante o debate ficou claro que seus principais concorrentes não o tratavam como o principal adversário. Por exemplo, no bloco de perguntas entre candidatos, vários preferiram perguntar a outros do que a Serra. Em outros tempos ele seria o primeiro escolhido para o enfrentamento. Seria o alvo preferencial de todos. Não foi isso que aconteceu ontem.
Russomano e Haddad não o trataram como o adversário a ser batido. Além disso, nos únicos confrontos que teve, com Chalita e Giannazi, o tucano saiu derrotado.
No embate com o candidato do PMDB, Serra tentou insinuar que o peemedebista era mentiroso. Quando Chalita teve direito à palavra lançou logo um Paulo Preto e um Aref na testa do tucano, deixando-o completamente grogue. Gianazzi também não perdeu a oportunidade de mandar o Privataria Tucana no pescoço de Serra.
Quanto aos outros candidatos, a situação deve permanecer inalterada.
Russomanno cometeu algumas gafes que podem ser utilizadas na internet e em outros momentos da campanha. Por exemplo, o candidato do PRB afirmou que seu partido “aceita até candidatos homossexuais”, veja bem, “ATÉ”. Ato falho que permite um grande debate sobre o posicionamento de Russomanno nessa seara da orientação sexual.
O candidato do PRB também afirmou que a Igreja Universal não é a dona do PRB. Quando até as quase inexistentes esquinas de Brasília sabem que isso é mentira. Hoje a Universal controla o PRB da mesma forma que controla a Rede Record e o jornal Folha Universal. Ou seja, faz de conta que é algo mais amplo, mas tudo precisa passar pelo crivo da igreja.
Enfim, o debate de ontem não muda a situação eleitoral na cidade de São Paulo, mas pode ter sido a pá de cal que faltava para enterrar as pretensões de Serra chegar ao segundo turno.
A constatação óbvia do debate de ontem é que o tucano está sem pegada, sem discurso e sem condições de se reabilitar.
*Renato Rovai é editor da Revista Fórum e blogueiro.

Mídia e Elições 2012


Mídia e Elições 2012

Programa discute as campanhas de candidatos a vereador
Observatório da Imprensa da próxima terça-feira vai debater o papel da mídia na conscientização do eleitor sobre a importância do voto e, principalmente, no acompanhamento do trabalho dos parlamentares eleitos.
Devido ao descrédito na classe política, há um crescente desinteresse pelo tema, o que é muito prejudicial para o país.
Cabe à imprensa mostrar que é possível melhorar esse quadro se houver uma maior participação da sociedade. Cabe também aos nossos meios de comunicação fazerem a sua parte, investigando, fiscalizando e buscando fugir da cobertura burocrática do jogo político.
O Jornal da Tarde, do Grupo Estado, por exemplo, decidiu ver de perto como funciona o processo eleitoral por dentro dos partidos. Para isso, um de seus repórteres se candidatou a vereador e vem contando os bastidores da campanha através de um blog.
Alberto Dines recebe, no Rio de Janeiro, o cientista político César Romero Jacob. E, em São Paulo, Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado e Sonia Barboza, diretora da ONG Voto Consciente.
Apresentação: Alberto Dines