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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

COLUNA DO NANDO BRAGA: Que venha 2013


2013 está quase chegando e convenhamos: Você seguiu a risca o que objetivou para 2012? O que deu certo? O que não deu certo? O que te surpreendeu ou o que te fez pensar, neste ano que está acabando, que precisa ser diferente no próximo que está chegando? Vai dar um 360 graus em tudo ou vou ficar inerte dando moral a falta de criatividade e atitude para com sua própria vida?
Repense, invente, faça diferente mais faça acontecer. Não fica aí parado se lamentando por tudo que não saiu como você queria. Aprenda com os retrocessos a alavancar paços a mais na trilha rumo a felicidade. Se o verde não foi a sua cor da sorte, tente o azul... Mas não conte sempre com a sorte não, pois esta só acompanha quem sabe fazer e quem sabe se antever as dificuldades antes que elas possam te derrotar. A quem te enganou, agradeça, pois foi sabendo que você mesmo estava sendo enganado que você eliminou da sua vida este mesmo que te fazia esse mal. A quem te fez bem e te ajudou agradeça a Deus por ter colocado em sua vida. 
Renove-se em 2013. Abra o leque das opções e arrisque tudo nos seus desejos. Lembre-se que o tempo esta passando... Não estamos começando a viver mas sim começando a morrer... Por isso não perca tempo e viva mais !
... E "viva" 2013 !!! Que venha com tudo pata todos nós !!!

domingo, 2 de dezembro de 2012

CRÔNICA DE FIM DE DOMINGO - por Victor Viana


O Amor pelo Fluminense

Simbolo sagrado 
Eu nunca fui um garoto que me importei com o futebol.  Sofri um pouco com isso na infância, porque nessa idade um menino que não joga ou nem mesmo sabe sobre futebol é bem zoado - ou ao menos era- mas um dia eu cresci. Já adolescente eu tinha opinião suficiente para estar cagando e andando para o futebol e quem quer que não entendesse   minha falta de  interesse  em  jogar e  saber sobre isso.  Voluntariamente vivi alheio a esse esporte.  Não me atrapalhou em nada na vida, ta ai uma coisa que não me fez falta. Mas de repente cresci mais e mais...me tornei um homem, me casei e tive filhos.  Meu irmão mais novo foi quem de repente passou a gostar muito de futebol, meu irmão do meio também não teve muito interesse por esse esporte. O Vinícios foi  usando uma camiseta de um time e de outro time até que  meu pai o presenteou com uma camisa do Fluminense. Acho que até ali ele nunca havia reparado que esse era o time do meu pai. O Vinicios começou uma verdadeira cruzada para que todos assistissem o jogo com ele.  De repente senti o sinal que a vida estava dando e fui ao guarda roupas e retirei uma camisa velha - porem oficial - que meu pai me dera e que eu nunca usará- do fluminense!

Assim começou uma das maiores comoções de nossa família; os jogos do Fluminense.  Simplesmente tornou-se nossa identidade; uma família de tricolores! Meu pai sempre conta a mesma historia, e nos fingimos que nunca ouvimos antes,  de que ele é tricolor dês de 1964. Eu continuo entendendo bem pouco sobre as regras menos básicas do jogo, e confesso que deixo de assistir  vários jogos e se o Vinicios não me conta não saberia exatamente nossa colocação nos campeonatos.  Mas vocês precisam ver um jogo do Fluminense quando estamos todos - tem sido pela velocidade do tempo cada vez mais difícil- juntos em frente a TV na hora em que o Flu está em campo. Meu pai senta-se em sua própria cadeira ou poltrona, sua posição é destacada da nossa.  Eu Leo e Vinicios sentamos juntos e o meu filho Davi fica no meu colo e o Dani no colo da Camila.
Odiado e amado em menos de uma hora. 



Passamos todo o primeiro tempo xingando o Fred - nosso principal jogador na atualidade- e reclamando do Fluminense. Sofremos; meu pai permanece serio e quieto, eu  digo que não vou mais torcer por essa porra de time - uso esse termo mesmo- e Leo se levanta e vai fazer qualquer coisa. Vinicios Xinga a  mim e ao Leo e diz que não somos tricolores de coração e que na verdade até meu pai não merece torcer pelo time.  Mas se no segundo tempo de repente o Fred acerta o pé  e gooooool?  Porra, nos levantamos todos juntos e gritamos; “ puta que pariu! È freeeeed, é tricolooooor!”  Nos abraçamos e jogamos o Davi - meu filho- para o alto. E Davi passa então achar que qualquer um que faça gol no Fluminense é o Fred. Comentamos de como Fred entrará para  a historia como um herói tricolor e meu pai finalmente fala e discute as ações do jogo- como deveria ter sido e como não deveria ter sido- com o Vincios. Eu e Leo nos limitamos a apenas a sorrir e repetir para o Davi que foi gol do Fluminense. Camila nessas horas é a companheira do Vinicios nos comentários sobre as regras e tal - é ela que me explica quando ta impedido-  e beijamos o escudo de nossas camisas...  É nosso culto, nossa missa, particular. O momento que eu meu pai meus irmãos e meus filhos nos tornamos apenas uma coisa só. Um coração verde, branco e grená!

Victor Viana @VianaBuzios

originado no blog: http://www.victorvianabuzios.blogspot.com.br