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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Casimiro de Abreu: Prefeito Antônio Marcos vai à Brasília solicitar alteração do projeto de duplicação da BR-101


Reunião aconteceu na quarta-feira (15) na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT


O prefeito de Casimiro de Abreu, Antônio Marcos, esteve em Brasília na última quarta-feira (15) com o diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, Jorge Bastos. Na pauta, o pedido de modificações no projeto original de duplicação da BR-101 no trecho urbano do município. Há alguns impasses e necessidade de novos estudos técnicos de avaliação sobre o impacto e custo-benefício da obra.

O projeto original prevê que a travessia de veículos do bairro Industrial em direção ao Centro seja deslocada para mais de dois quilômetros de distância. Apenas uma passarela para pedestres está prevista para ser construída próxima à rodoviária. Desde 2009, o prefeito Antônio Marcos sugere mudanças no projeto. Ofícios e reuniões com a concessionária Autopista Fluminense e a ANTT têm sido agendados.

De acordo com a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, as sugestões feitas pela Prefeitura são viáveis, mas que dependem da autorização da ANTT para considerá-las. “Queremos que sejam construídos quatro retornos e uma passagem sob a rodovia. Estas readequações são nas proximidades de Professor Souza, Boa Esperança, Rio Dourado e Banana Passa. Somos ordeiros e sempre buscamos o diálogo. Não queremos que os casimirenses sejam prejudicados”, disse o prefeito.     

O diretor da ANTT, Jorge Bastos garantiu que fará uma análise minuciosa da solicitação do prefeito Antônio Marcos. “Tenho boa vontade em observar as sugestões da Prefeitura, mas para isso ocorrer precisamos estudar tecnicamente cada item. Em vez de construir quatro retornos em desnível, podemos fazer dois retornos em nível, pois o custo da obra sairá mais barato. Temos que projetar a obra como um todo, analisar o custo-benefício, pensar na segurança do usuário, saber da viabilidade de execução” disse.

Ficou acordado que dentro de um mês a Autopista Fluminense fará novas alterações técnicas sugeridas pela ANTT. O intuito é diminuir o impacto da obra e atentar quanto ao custo-benefício da construção dos trevos em nível. Em seguida, esta proposta será encaminhada à ANTT para análise. Após apreciação, uma nova reunião será marcada em Brasília para definir o projeto e as alterações que poderão ser incluídas no Programa de Exploração da Rodovia (PER) a partir do próximo ano.  

Participaram ainda o procurador-geral do município, Vinicius Figueiredo de Souza, o secretário de Obras, Luiz Augusto Perez, os vereadores Alessandro Pezão, João Medeiros, Odino Miranda, Eliezer Crispim, Rafael Jardim, Bitó e Juninho. O superintendente da Autopista Fluminense, Alberto Gallo, e a superintendente de exploração de infraestrutura da ANTT, Viviane Esse estiveram presentes. O senador Lindbergh Farias foi representado pelo assessor Olavo Brandão.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Deputado Paulo César tem projeto de lei aprovado


Projeto do deputado Dr. Paulo César é aprovado na Comissão de Viação e Transportes.
 O Projeto de Lei nº 2454, de 2007, que “autoriza o Porto de Forno, no Município de Arraial do Cabo, a ser importador e exportador de biocombustíveis”, de autoria do deputado Dr. Paulo César - PSD/RJ foi aprovado na Comissão de Viação e Transportes.
Nos próximos anos, deve haver uma grande ampliação do mercado de biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, tanto na forma de combustível puro como de aditivo. Além do Brasil e dos EUA, que são maiores produtores mundiais de etanol, há indicativos de que outros países vão adotar mecanismos para a viabilização do uso de combustíveis produzidos a partir de fontes renováveis.
Os biocombustíveis ajudam a diminuir a poluição local pela redução das emissões provocadas pela queima de combustíveis fósseis, além de poderem contribuir para o clima da Terra, uma vez que o seu consumo e seu processo de produção podem reduzir as emissões líquidas de gases que agravam o efeito estufa.
Existe hoje uma crescente adesão da América do Norte, União Européia e Japão ao uso de biocombustíveis. Imagina-se que, em um curto espaço de tempo, o etanol e o biodiesel possam vir a ser importantes commodities.
O Estado do Rio de Janeiro dispõe de uma concentração de recursos naturais favoráveis à instalação e ampliação de unidades de produção de biocombustíveis. No passado, a Região Norte Fluminense já foi importante centro sucroalcooleiro. No entanto, para que sejam feitos os investimentos, é fundamental que haja uma infraestrutura portuária. Em 24 de agosto de 1972, foi inaugurado, de forma organizada, o Porto de Forno, no Município de Arraial do Cabo. Concluiu-se o molhe de abrigo e a pavimentação do pátio de estocagem, e o Porto passou a ser operado por órgão do Ministério dos Transportes (MT). Posteriormente, o Porto de Forno foi integrado ao complexo portuário da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ). Por meio do Convênio 001/99/MT, entre o Ministério dos Transportes (MT) e a prefeitura do Município de Arraial do Cabo, a partir de 1º de janeiro de 1999, o Porto passou a ser administrado pela Companhia Municipal de Administração Portuária (Comap), que foi criada especialmente para essa finalidade.
As instalações do Porto de Forno compreendem um cais comercial com 200m de comprimento e um cais de 100m, sobre 3 dolfins, para atracação de petroleiros, ambos com profundidade de 11m. Dispõem de dois pátios de estocagem descobertos, com área total de 18.200m2, destinados a granéis sólidos.
Ressalte-se também que a Portaria nº 37 da Secretaria de Transportes Aquaviários do Ministério dos Transportes, de 24 de setembro de 1996, habilitou o Porto de Forno ao tráfego internacional. Depreende-se, então, que o Porto de Forno possui todas as condições para tornar-se uma infraestrutura portuária para propiciar que o Estado do Rio de Janeiro e estados vizinhos, como Minas Gerais, tornem-se grandes exportadores de biocombustíveis.
Texto: Lucia Zomer, de Brasília

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Bilhete de Dilma foi uma ‘evasão’ de privacidade


CLÁUDIO HUMBERTO
O silêncio do Panalto confirma a suspeita de que a presidenta Dilma exibiu de propósito o bilhete com a suposta bronca nas ministras Izabel Teixeira (Meio Ambiente) e Ideli Salvatti (articulação), interpelando-as sobre o acordo para votar o Código Florestal, esperando ser fotografado. O teatrinho foi uma forma de insinuar aos ambientalistas que o acordo foi feito à sua revelia. Autêntica “evasão” de privacidade.
Continuou valendo – Reforça a suspeita de “armação” o fato de Dilma, apesar do bilhete ameaçador, não haver anulado o acordo em torno do Código Florestal.
Lorota – O bilhete que Dilma convenientemente expôs às lentes fotográficas tem um problema: no governo, ninguém ousa fechar acordos sem seu “ok”.
Profissionalismo – Os fotógrafos que flagraram o bilhete de Dilma registraram o fato, mas nada têm a ver com a armação ilimitada do Palácio do Planalto.
Faltou revisão – Para a próxima, Dilma já prometeu submeter a revisão os bilhetes a serem “flagrados”, para não voltar a cometer erros gramaticais.